segunda-feira, 20 de julho de 2009

Orgulho, dor, esperança e angústia

4 palavras que definem bem isso aqui.

Não embarcar no primeiro trem que aparecer; não embarcar em qualquer trem que aparecer.

Tenho me sentido bastante orgulhoso do que sou e de como ajo. Sem banalização de energias ou sentimentos. Talvez seja errado eu ser o idealista quase incorrigível que eu sou, mas às vezes me bate um orgulho de eu não ser apenas mais um na multidão. Sinto como se eu estivesse me valorizando.

Mas que às vezes é dolorido, isso é.

E às vezes eu penso se esse orgulho todo não é uma fuga, uma recusa, uma distorção do que eu sou e penso de verdade.

Eu procuro uma vez mais
Uma resposta, uma razão
Eu só quero um lar pro meu coração

Um amor que me enlouqueça
Sem limite, sem tabu
Seguir numa estrada feita de luz

Mas é tudo um sonho
Nada é real
Mas é tudo um sonho
Tão fora do normal

Afinal, por quanto tempo mais
Vou ter que procurar?
Já não resta tanto tempo mais
Já é hora de arriscar

Eu procuro uma vez mais
Um encontro sem partida
Viver num paraíso sem saída

Mas é tudo um sonho
Nada é real
Mas é tudo um sonho
Tão fora do normal

Afinal, por quanto tempo mais
Vou ter que procurar?
Já não resta tanto tempo mais
Já é hora de arriscar

Mas é tudo um sonho
Nada é real
Mas é tudo um sonho
Tão fora do normal

Afinal por quanto tempo mais?
Vou ter que procurar
Já não resta tanto tempo mais
Já é hora de arriscar

Afinal por quanto tempo mais...
Já não resta tanto tempo mais...
Afinal por quanto tempo mais...
Já não resta tanto tempo mais...


(Rosa Tattooada - Por Quanto Tempo Mais)

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