Eu não preciso me atirar de uma ponte, sem cordas nem elásticos, de cabeça no chão, para saber que é ruim. Basta-me a imaginação que tenho.
Eu não preciso ser atropelado por um ônibus para saber que é ruim e que terei problemas. Basta-me a imaginação que tenho.
Imaginação.
Imaginação esta que me faz pensar tantas coisas boas.
Tão boas que doem.
E eu não precisei passar por essas coisas boas que imaginei para saber que não tê-las dói. Bastou-me a imaginação que eu tenho.
Imaginar, por vezes, dói.
É o famoso "sofrer por antecipação".
E que antecipação.
quarta-feira, 28 de abril de 2010
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